Blog da Assembléia de Deus

Foz do Iguaçu/PR

Padre xinga protestantes de otário

Um vídeo postado no Youtube com uma ministração do padre Paulo Ricardo de Azevedo Junior está causando polêmica. Durante sua ministração, o padre chamou os cristãos protestantes de otários e orgulhosos, por acreditarem em acesso direto e irrestrito a Deus.
Pertencente ao clero da Arquidiocese de Cuiabá, o padre fala em sua ministração sobre a virgem Maria, e enumera as virtudes de Maria como intercessora diante de Deus, e aproveitando o tema, critica os cristãos protestantes por não aceitarem intermediários perante Deus. “E porque eu preciso dela, e porque não posso ir direto pra Deus, padre Paulo? Pare de ser orgulho criatura, por que você tem que ir direto? Isso é um negócio assim, o princípio protestante é um princípio orgulhoso. Existe protestante humilde, mas não existe protestantismo humilde. O protestantismo é orgulhoso”, afirma o padre.
Falando sobre o catolicismo, o padre Paulo Ricardo afirma que sua religião ensina enxergar no próximo um intermediário a Deus: “A minha religião… ela é humilde, ela me ensina a humildade, a minha religião me ensina a me inclinar na frente de um pecador, que é outro padre, que é o meu bispo, e beijar a mão daquele pecador, e acreditar que aquela mão é instrumento de santificação, e que pode ser sinal da mão chagada do ressuscitado”.
O ataque aos cristãos protestantes segue com a afirmação do padre de que os cristãos protestantes são soberbos por acreditarem ser possível falar diretamente a Deus: “O principio protestante é orgulhoso, é soberbo. O princípio protestante é ‘eu não preciso de ninguém, eu vou pra Deus direto. E se Deus quer que você use os outros, as criaturas humanas frágeis, o que você faz, otário?”
Ironizando a pregação evangélica protestante, o padre afirma que “eles repetem que Jesus é o único mediador, babam, bufam”, causando gargalhadas entre os fiéis que acompanham sua ministração.
Assista ao vídeo postado no Youtube com a ministração do padre Paulo Ricardo:

Fonte: A Jumenta de Balaão

Um aviso aos cristãos que pretendem pular carnaval

Em minha infância cristã, poucas estórias foram tão contadas como a de um jovem cristão e seu irresistível desejo de pular carnaval – a defini como estória por não poder comprovar sua veracidade. Conta-se que este, sempre no período de carnaval, se desviava e “curtia” os dias de folia regados a drogas, sexo, brigas e noites em claro. Ao término, no entanto, ele regressava à igreja dizendo-se arrependido e disposto a “voltar” para Jesus. Em que isso resultou? Jesus, não mais disposto a aturar sua inconstância, teria tirado-lhe as pernas em um acidente automobilístico, impedindo-o de pular carnaval. Desde então ele converteu-se e conta seu testemunho e a lição que aprendeu.

Pode parecer um pouco de exagero esse conto e questionáveis alguns pontos, mas não importa se essa estória é verídica. Ela evidencia a indecisão, muito real e comum para alguns cristãos. E essa indecisão quase sempre vem acompanhada de uma clara vergonha do Evangelho e em suas propostas e a ilustração sobre o carnaval é apenas um de tantos exemplos. Vergonha do Evangelho. Temos de admitir: há pessoas que alimentam esse sentimento e nessa pequena reflexão, eu te pergunto: por que alguns cristãos vivem meio que se renunciando sua identidade e ávidos por desfrutar das ofertas do mundo enquanto se escondem atrás de uma suposta espiritualidade? Não quero ser dogmático nesse assunto, mas há algumas respostas claras.

É fato que nós cristãos vivemos constantemente pressionados pelas posições que assumimos perante quase tudo em nossa sociedade. E essas posições são – ou deveriam ser – uma oposição à cultura que nos rodeia. Somos diariamente ridicularizados por nossas convicções acerca da fidelidade no casamento; da abstinência sexual antes dele; por não consumir drogas, lícitas ou ilícitas; por não festejar como o mundo festeja com todos os ingredientes que citei anteriormente. E, claro, o maior exemplo é o carnaval que, nesses dias, tem pagãos se deleitando na festa da carne e a maioria dos cristãos enclausurados em retiros. Mesmo o evangelismo nesse período é uma clara mensagem de oposição.
Essa grande guerra a que o crente em Jesus está exposto – sobretudo nós jovens – diz muito sobre nossa firmeza na fé. Enquanto alguns se mantêm inabaláveis e não cedem a essas pressões, outros, no entanto, se entregam. Para estes o que fica evidente é que algumas verdades basilares do Evangelho ainda não ganharam a dimensão que deveria em suas vidas. E sobre essas verdades, quero frisar uma. Vamos a ela:

“Por que não me envergonho do Evangelho, pois é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê”. Romanos 1:16.

Se o apóstolo Paulo disse que não tinha motivo para se envergonhar do Evangelho é porque, em seu tempo, para alguns, havia motivo para isso. O contexto dele é diferente do nosso, mas havia muitas similaridades em relação à oposição do mundo à pregação do Evangelho e dos valores morais dominantes em sua época. Se para alguns, crer em Jesus era motivo de piada, sobretudo para os gregos com seu panteão e para os judeus que esperavam um rei poderoso, para Paulo isso era motivo de orgulho, de júbilo.

Por quê? Essa é a questão!

Há uma diferença enorme entre os crentes que assumem publicamente seu estilo contrário ao mundo e de acordo com a Palavra de Deus e àqueles que, apesar de declararem crer em Jesus, vivem como se não o conhecesse ou se envergonham daquilo que ele exige de nós. A diferença está em como veem o Evangelho. Para admitir a virgindade perante os amigos; para negar-se a consumir bebida alcoólica; para cumprir a fidelidade ao cônjuge e tantas outras coisas é necessário ver o Evangelho como ele, de fato, é. E, como bem enfatizou Paulo, ele é o Poder de Deus para a salvação do homem.

Era isso que estava nítido para Paulo e que justificava sua vida por Cristo. Uma vez que ele tinha experimentado esse Poder, que havia sido transformado por ele e que o que valia era a nova vida que Cristo lhe ofertara, tudo mais havia se tornado inútil e a única coisa que o motivava era viver e desfrutar desse poder, que excede todo o nosso entender. (Filipenses 3:8).

Logo, está explicado porque alguns sentem vergonha em “remar contra a maré”, enquanto outros o fazem com prazer. Para esses alguns, o Evangelho não se tornou o centro de suas vidas; a futilidade do mundo ante a uma nova vida com Deus por meio de Jesus é algo desconhecido ainda; por fim, falta-lhes o amor quem vem do próprio Deus, onde tudo o que vem dele torna-se o nosso maior objetivo e prazer. Sem essas bênçãos do Evangelho, admito, fica complicado renunciar ao mundo. Isso porque ele ainda exerce sua influência. Para completar esse raciocínio, seguem-se as palavras de Jesus:

“Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado de meu Pai, e eu o amarei, e me manifestarei a ele.” – João 14:21.

E como foi com Paulo deve ser conosco. O que define nosso cristianismo é a veracidade da nossa conversão. É ela – que é um presente de Deus, vale ressaltar – que nos faz odiar os manjares deste mundo. Se ainda não é assim, isso significa que o evangelho vivido é o anátema, humanista e o “da moda”. Queira Deus que você não esteja incluído no rol dos que se envergonham com as decisões que o Evangelho nos exige ou no rol dos que ignoram essas decisões. Mas se for, o conselho é o seguinte: peça a Deus pelo seu poder revelado no Evangelho. Ele, e não a religiosidade vendida por aí, é capaz de nos fazer amar sua vontade e de nos opor a essa cultura de afronta a Deus.

Apesar de eu destacar a questão do carnaval com a pequena estória no inicio, essa questão se abrange para todas as áreas de nossa vida em que nossa fidelidade a Deus é posta à prova. Para não termos vergonha da proposta do Evangelho, repito, somente o Poder de Deus em nós.

Para finalizar, eu não podia deixar de passar um recado que vi de uma amiga esses dias: aos cristãos que desejam curtir o carnaval, favor, não se esquecer de levar a máscara que carregam durante o ano dentro da Igreja.

inf. de Gospel+

Números na Igreja: mais é melhor ou pior?

Já ouvi os dois os lados, embora nem sempre abertamente.
“Quantas pessoas tem ido àquela igreja? É muita gente! Deve ser a música. Ou quem sabe eles possuem um jogo de luzes e uma maquina de fumaça. Eu espero que nós nunca nos vendamos como eles”
Ou,
“Quantas pessoas ainda vão àquela igreja? Ela é tão pequena! Há anos não batizam ninguém. Sua influência e importância são praticamente nulas. Espero que nunca sejamos irrelevantes como eles”
Eu percebo que as pessoas raramente opinam tão sinceramente, mas os sentimentos estão lá. E ambos os lados tem seu ponto. Algumas grandes igrejas têm mais shows do que substância. Devem ter milhares de membros, mas sacrificam a maturidade, profundidade, a pregação baseada na verdade, a eclesiologia bíblica e, talvez, até mesmo o evangelho, para chegar lá. Por outro lado, algumas igrejas pequenas estão atrasadas e isoladas. Eles podem falar sobre bastante sobre lutar pela verdade, mas seu pequeno tamanho fala menos sobre a coragem do evangelho do que, de fato, fala sobre serem supercríticos, retrógrados das piores maneiras e despreocupados com os perdidos.
As igrejas podem ser grandes ou pequenas por todas as razões corretas. Ou por todas as razões erradas. Nós simplesmente não devemos concluir que ser grande é melhor ou ser pequena significa mais santa. Aos olhos de Deus, o sucesso da nossa igreja, e de seu pastor, é mensurado por critérios mais importantes do que a frequência nos finais de semana. Enquanto não devemos ter medo ou sermos automaticamente céticos em relação ao números – eles, no melhor dos casos, representam pessoas, afinal de contas; pessoas que estão ouvindo o evangelho e dando frutos – também não devemos ser obcecados por eles. Toda igreja é diferente, com locais, dons, oportunidades, capacidades, facilidades, pessoas e contextos culturais dos mais variados, e não podemos ser tão grosseiros em pensar que grandes igrejas estão sempre fazendo coisas melhores do que as igrejas pequenas. Certamente a ênfase deve ser na fidelidade.
Se um abençoado esquecimento sobre o número de membros parece anti-missional, nós deveríamos ouvir Leslie Newbigin, ainda um dos melhores teólogos dos círculos missionais, quando ele resume a abordagem sobre números no Novo Testamento:
Revendo, então, os ensinamentos do Novo Testamento, alguém poderia dizer que, por um lado, há alegria no rápido crescimento da igreja nos primeiros dias, mas, por outro lado, não há nenhuma evidência de quem o crescimento numérico é uma questão de preocupação primária.
Não há nenhum traço de evidência nas cartas de Paulo que sugerem que ele julgava as igrejas pela medida de seu sucesso no rápido crescimento numérico, nem há nada comparável aos gritos estridentes de alguns evangelistas contemporâneos de que a salvação do mundo depende da multiplicação dos crentes.
Há um sentimento incomparável de seriedade e urgência quando o apóstolo contempla o fato de que ele e todas as pessoas deverão “comparecer perante o tribunal de Cristo” e como ele reconhece o constrangimento de ser alvo do amor de Jesus e do ministério da reconciliação que ele recebeu (2 Coríntios 5.10-21). Mas em nenhum lugar isso se manifesta como ansiedade ou entusiasmo sobre o crescimento numérico da igreja.
Sábias palavras. Nós amamos ver mais pessoas amando Jesus e vivendo em conformidade com os seus mandamentos, mas não devemos pensar que o tamanho da igreja, quando julgado pelo único Juiz que realmente importa, é a medida confiável do sucesso de uma igreja ou a fidelidade de um pastor.
Fonte: Ipródigo

Whitney Houston teria se reconciliado com Deus horas antes de morrer

Whitney Houston teria se reconciliado com Deus horas antes de morrer Morreu ontem Whitney Houston, afogada na banheira de um hotel de Los Angeles. Imediatamente a notícia repercutiu no mundo todo, fãs acenderam velas e deixaram flores e mensagens na porta do hotel. Na igreja onde o pai de Houston foi pastor e ela cantou no coral quando criança, em Newark, New Jersey, foram colocados balões com a forma de corações, velas, flores e mensagens escritas de admiração. Em meio às notícias de sua morte, uma delas dá conta que a trajetória da cantora e atriz estava prestes a ser retomada. Antes de falecer aos 48 anos, Whitney tinha terminado de gravar o filme “Sparkle” [Faísca], que conta a história de um trio musical e seus problemas com fama e do consumo de drogas. Trata-se de uma nova versão do filme de mesmo nome lançado em 1976, que seria baseado na história do famoso grupo de soul americano The Supremes. As três irmãs do grupo tiveram esse mesmo tipo de dificuldades em sua carreira na década de 1950. A nova versão será lançada em agosto. Houston também era uma das produtoras do filme, cujos direitos de refilmagem ela adquiriu cerca de 12 anos atrás. Em Sparkle, Whitney interpreta Emma, mãe das irmãs protagonistas. O produtor do longa é o bispo T.D. Jakes, da megaigreja Potter’s House. Embora a temática do filme não seja francamente cristã, ele apresenta elementos espirituais. O bispo Jakes disse ter se assegurado que na nova versão fossem eliminados os palavrões e as cenas de sexo do original, preferindo concentrar-se na força da história de superação. Após a notícia da morte de sua amiga Whitney, ele fez a seguinte declaração: “Estamos profundamente entristecidos com o falecimento trágico e prematuro de Whitney Houston. Recentemente fomos abençoados em trabalhar com ela na refilmagem de Sparkle. Nós pedimos que todos juntem-se a nós em orações pela família de Whitney e peçam que Deus dê-lhes força e os console para enfrentar esses momentos devastadores. No ápice de sua carreira, Whitney foi incomparável, sua voz que moldou toda uma geração. Ela deixou para trás um legado na música e no cinema …. ela fará muita falta a todos nós. ” O bispo Jakes disse que recentemente orou com Whitney e que ela, que é filha de pastor, vinha se reaproximando da fé de sua infância. Tanto que a última imagem dela viva é a interpretação do hino “Jesus loves me” [Jesus me ama] durante os ensaios do prêmio Grammy deste ano, onde ela faria uma participação.

Inf. Gospel Prime